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Mostrando postagens com o rótulo alhures

alhures: Viagem

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- Ave? - Não. - Avenão? - Não. - Aveão? - Também não. Avi... - Ah vi! - Ok. Ciao. -- P.s.: na postagem original as fotos estão dispostas na mesma ordem desse post, mas dá para clicar em cada uma delas individualmente e ampliá-las. Originalmente publicado em: 11 jun 2024 no Facebook Link para postagem original Marcadores (Tags/Labels): alhures · foto · texto · Facebook · 2024 alhures Um refúgio no Pensações daquilo que, mesmo lá, está também aqui.

Ode

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Várias maneiras Comecei a escrever sobre essa sinfonia de inúmeras maneiras. Quer dizer, deixa eu começar novamente. Pensei em várias maneiras de começar essa reflexão. Escrevi o começo apenas uma vez, mas em minha mente, diversas ideias apareceram. Algumas delas foram: Falar quem me apresentou (não lembro) Quando ouvi pela primeira vez (não lembro) Vestibular (essa vou citar daqui a pouco) Quantas vezes já ouvi (não tenho como saber) Então percebi que seria melhor começar diferentemente. E aqui estou eu, começando de maneira variada do que pensei inicialmente. Quem diria que, um dia,  [...] Esse foi o texto original, na verdade um rascunho, iniciado em 2017 e nunca mais visto.  Agora recomeço e termino. [...] Estamos todos conectados, todos, sem nenhuma exceção, DNA da Terra, poeira do Cosmos, átomos do Universo, um glorioso alvorecer nos espera. Apesar de todos os monstros  - como os buracos negros - e astros e estrelas ao nosso redor, navegando no espaç...

Voz

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Capa do disco Fantasia de 1981 Hoje, vi essa capa do disco de Gal Costa e lembrei que tinha escrito algo sobre ela há algum tempo, quando soube de sua desencarnação. Decidi compartilhar, já que o escrevi para o site do Iradex.net e nunca coloquei aqui. Segue o texto. == HOJE, UMA BOA PARTE DO MUNDO ACORDOU SEM VOZ Quando nela penso, lembro de duas coisas: voz e cabelo. A conheci ainda pequeno, lá pelos, talvez 8, 9 anos. Isso é o que me lembro, pois imagino que antes disso já a ouvia dar vazão ao vozeirão nos radinhos lá de casa. Sempre havia um ligado revezando com um disco girando, com alguém solfejando. Creio que é uma das intérpretes favoritas de minha mãe e talvez de muitas das vizinhas da época, quiçá ainda dos dias de hoje. Voz suave e estridente ao mesmo tempo, sem jamais perder o tom, nem soar como uma vuvuzela a vozear apenas zuadas. Ela sempre esperava sua vez para dar seu recado, mas não esperava por ninguém. Quando queria, e precisava, falava. Gritar para perder a voz? Ja...